Eu consegui
Entreguei a carta de demissão a 2 de Junho de 2016.
Ponderei, várias vezes, se era o que realmente queria.
Quando caímos numa (má) rotina, não existe espaço ou tempo para arriscar. Não é seguro, não é viável. Estamos conformados. E o parvo disto tudo é que não nos importamos. Chegamos a um estado quase inanimado.
Casa - trabalho, trabalho - casa.
Uns copos com os amigos esporadicamente. Dois dedos de conversa, onde o assunto é quase sempre o mesmo. Trabalho.
O vocabulário reduz a um conjunto de frases: "Olá, bom dia! Precisa de ajuda?, É para oferta?, Número de contribuinte é necessário?"
E ali ficamos. Tentamos dar o nosso melhor, na esperança de que um dia haja uma retribuição, uma oportunidade.
Não se iludam.
Alguém viu isso em mim e disse basta.
Aqui estava eu, em modo piloto automático, praticamente infeliz. Nada satisfeita com o caminho que estava a seguir. O caminho mais fácil, para que o cansaço não me esgotasse completamente.
E aí, eu é que disse basta.
Entreguei a carta de demissão a 2 de Junho de 2016.
Ponderei, várias vezes, se era o que realmente queria.
Ainda há dúvidas?
Quero retomar o rumo do qual nunca me devia ter permitido desviar. Valorizar-me acima de tudo. Focar-me no que pretendo. Quero estudar. Investir em mim e em projectos há muito retidos. Seguir uma ideia, por mais parva que ela possa ser. Arriscar no que acredito e deixar de sonhar em algo que pode ser concretizado. Apaixonar-me pela vida. É isso que eu quero. Agora. E se for preciso errar, tudo bem. Só assim aprendo.
Consegue ser muito sofredor quando nos limitamos. Não quero mais isso.
Quero mais e melhor. Sempre.
.
Ponderei, várias vezes, se era o que realmente queria.
Quando caímos numa (má) rotina, não existe espaço ou tempo para arriscar. Não é seguro, não é viável. Estamos conformados. E o parvo disto tudo é que não nos importamos. Chegamos a um estado quase inanimado.
Casa - trabalho, trabalho - casa.
Uns copos com os amigos esporadicamente. Dois dedos de conversa, onde o assunto é quase sempre o mesmo. Trabalho.
O vocabulário reduz a um conjunto de frases: "Olá, bom dia! Precisa de ajuda?, É para oferta?, Número de contribuinte é necessário?"
E ali ficamos. Tentamos dar o nosso melhor, na esperança de que um dia haja uma retribuição, uma oportunidade.
Não se iludam.
Alguém viu isso em mim e disse basta.
Aqui estava eu, em modo piloto automático, praticamente infeliz. Nada satisfeita com o caminho que estava a seguir. O caminho mais fácil, para que o cansaço não me esgotasse completamente.
E aí, eu é que disse basta.
Entreguei a carta de demissão a 2 de Junho de 2016.
Ponderei, várias vezes, se era o que realmente queria.
Ainda há dúvidas?
Quero retomar o rumo do qual nunca me devia ter permitido desviar. Valorizar-me acima de tudo. Focar-me no que pretendo. Quero estudar. Investir em mim e em projectos há muito retidos. Seguir uma ideia, por mais parva que ela possa ser. Arriscar no que acredito e deixar de sonhar em algo que pode ser concretizado. Apaixonar-me pela vida. É isso que eu quero. Agora. E se for preciso errar, tudo bem. Só assim aprendo.
Consegue ser muito sofredor quando nos limitamos. Não quero mais isso.
Quero mais e melhor. Sempre.
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